terça-feira, 31 de outubro de 2017

Rap é crime?

Rap e Poesia... Arte e movimento...
Inspiração, de repente, de momento.
Nossa cultura é rica e sem igual,
Já dei o meu recado, ponto final!

A FILOSOFIA DA PERIFERIA: O RAP E A SUA INFLUÊNCIA NAS COMUNIDADES MARGINALIZADAS



RESUMO
O presente artigo busca mostrar como o indivíduo se forma por essa filosofia da periferia. Foi dividido o artigo em seis tópicos. O primeiro aborda um rápido contexto histórico sobre o movimento hip hop, que teve a origem do rap. Logo depois é esclarecido etimologicamente e, principalmente, ontologicamente o que seria o rap. Nesse caminho, foi engajado a relação da pobreza com o rap. No segundo tópico foi mostrado como o rap pode salvar vidas, exibindo letras de rap do grupo 509-E, dos rappers Sabotage, Mano Brown, Marcelo D2 e Criolo. Iniciando a exibição da entrevista com o rapper Pelé do Manifesto. No terceiro tópico foi valorizado a humildade como virtude essencial, abordando o que são virtudes e porque essa é a mais importante no campo do hip hop. Nesse mesmo tópico é escrito falas da entrevista feita para a realização deste artigo. No último tópico, é mostrado porque o rap é filosofia e porque é a filosofia da periferia, explicando trechos de música do Gabriel, O Pensador e do Criolo.

Personagens: quem é quem na Tropicália

LÍDER – Caetano Veloso 
O baiano magrelo e de cabelos encaracolados saiu de Santo Amaro da Purificação para se tornar um agitador cultural no Rio de Janeiro. Ao lado de Gil, criou a base teórica do movimento tropicalista e tomou para si a função de porta-voz. Na época, sucessos como "Alegria, Alegria" e a postura radical no palco fizeram dele um verdadeiro rock star.
BRAÇO-DIREITO – Gilberto Gil 
Já integrante do cenário da MPB, Gilberto Gil voltou de uma viagem ao Nordeste pensando em misturar rock britânico com a Banda de Pífanos de Caruaru. Foi talvez o mais genial e prolífico dos tropicalistas, mas não tinha tanto apreço pelos flashes quanto Caetano.
PRODÍGIO – Os Mutantes 
Praticamente adolescentes, Arnaldo Baptista, Sérgio Dias e Rita Lee, os Mutantes, faziam rock 'n' roll antenado com o mundo, de qualidade surpreendente. Como dizia o maestro e arranjador Rogério Duprat, era como descobrir "no meio dos botocudos alguém fazendo algo que podia ser melhor do que os Beatles".
MUSA – Gal Costa 
Da turma dos baianos, Gal Costa estreou cantando bossa nova com Caetano no álbum "Domingo". Nas mãos dele e de Gil, virou uma intérprete explosiva, a la Janis Joplin.
ESQUECIDO – Tom Zé 
Um ano depois da explosão do movimento, Tom Zé ganhou as paradas com a música "São Paulo, Meu Amor". Com versos e arranjos preciosos, não teve o mesmo reconhecimento comercial que seus pares, talvez por não ser tão tresloucado quanto é hoje.
COADJUVANTES 
Nara Leão (cantora), Torquato Neto (letrista), José Carlos Capinam (letrista), Jorge Ben (cantor, compositor), Rogério Duprat (maestro, arranjador), Rogério Duarte (artista plástico)

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

SEMANA DA ARTE MODERNA:

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Arte Moderna é um termo que refere-se às expressões artísticas surgidas no final do século XIX, que se estenderam até a metade do século XX.Uns dos artistas que fizeram parte dessa arte foram; Pablo Picasso, Salvador Dalí, Andy Warhol, Frida Kahlo, Claude Mone entre outros.Como resultado, os principais movimentos artísticos voltaram-se para três correntes, a saber:
  • Mente: artistas experimentalistas declararam que o objetivo da arte não era o da simples representação do visível, mas a expressão interior da emoção e da sensibilidade. Os movimentos mais destacados são: SimbolismoExpressionismo,SuprematismoDadaísmoSurrealismo entre outros.
Considerado a priori como uma iniciativa eminentemente europeia, a arte moderna foi introduzida na América durante a I Guerra Mundial, quando um número de artistas deMontmartre e Montparnasse bairros de ParisFrança fugiram do conflito. Francis Picabia(18791954), foi o responsável por trazê-la para a cidade de Nova York.

Tropicalismo---------------------------------Atualidades

Críticas recebidas 

O movimento tropicalista não possui como objetivo principal utilizar a música como “arma” de combate político à ditadura militar que vigorava no Brasil. Por este motivo, foi muito criticado por aqueles que defendiam as músicas de protesto. Os tropicalistas acreditavam que a inovação estética musical já era uma forma revolucionária.


Uma outra crítica que os tropicalistas receberam foi o uso de guitarras elétricas em suas músicas. Muitos músicos tradicionais e nacionalistas, acreditavam que esta era uma forte influência da cultura pop-rock americana e que prejudicava a música brasileira, denotando uma influência estrangeira não positiva.


Os principais representantes do tropicalismo foram:


- Caetano Veloso
- Gilberto Gil
- Os Mutantes
- Torquato Neto
- Tom Zé
- Jorge Bem
- Gal Gosta
- Maria Bethânia


Os discos tropicalistas que mais fizeram sucesso foram:


- TROPICÁLIA ou PANIS ET CIRCENCIS - 1968 – Mutantes
- CAETANO VELOSO - 1968
- LOUVAÇÃO - 1967 - Gilberto Gil
- A BANDA TROPICALISTA DO DUPRAT - 1968 - Rogério Duprat

Músicas tropicalistas que fizeram sucesso:

- Tropicália (Caetano Veloso, 1968)
- Alegria, Alegria (Caetano Veloso, 1968)
- Panis et circencis (Gilberto Gil e Caetano Veloso, 1968)
- Atrás do trio elétrico, (Caetano Veloso, 1969)
- Cadê Teresa (Jorge Ben, 1969)
- Aquele abraço (Gilberto Gil, 1969)


Conclusão 

O tropicalismo foi muito importante no sentido em que serviu para modernizar a música brasileira, incorporando e desenvolvendo novos padrões estéticos. Neste sentido, foi um movimento cultural revolucionário, embora muito criticado no período. Influenciou as gerações musicais brasileiras nas décadas seguintes.

tropicalia atualidades

“eu organizo o movimento. eu oriento o carnaval
Caetano Veloso
Seguindo a melhor das tradições dos grandes compositores da Bossa Nova e incorporando novas informações e referências de seu tempo, o Tropicalismo renovou radicalmente a letra de música. Letristas e poetas, Torquato Neto e Capinan compuseram com Gilberto Gil e Caetano Veloso trabalhos cuja complexidade e qualidade foram marcantes para diferentes gerações. Os diálogos com obras literárias como as de Oswald de Andrade ou dos poetas concretistas elevaram algumas composições tropicalistas ao status de poesia. Suas canções compunham um quadro crítico e complexo do País – uma conjunção do Brasil arcaico e suas tradições, do Brasil moderno e sua cultura de massa e até de um Brasil futurista, com astronautas e discos voadores. Elas sofisticaram o repertório de nossa música popular, instaurando em discos comerciais procedimentos e questões até então associados apenas ao campo das vanguardas conceituais.
Sincrético e inovador, aberto e incorporador, o Tropicalismo misturou rock mais bossa nova, mais samba, mais rumba, mais bolero, mais baião. Sua atuação quebrou as rígidas barreiras que permaneciam no País. Pop x folclore. Alta cultura x cultura de massas. Tradição x vanguarda. Essa ruptura estratégica aprofundou o contato com formas populares ao mesmo tempo em que assumiu atitudes experimentais para a época.
Discos antológicos foram produzidos, como a obra coletiva Tropicália ou Panis et Circensis e os primeiros discos de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Enquanto Caetano entra em estúdio ao lado dos maestros Júlio Medaglia e Damiano Cozzela, Gil grava seu disco com os arranjos de
Rogério Duprat e da banda os Mutantes. Nesses discos, se registrariam vários clássicos, como as canções-manifesto “Tropicália” (Caetano) e “Geléia Geral” (Gil e Torquato). A televisão foi outro meio fundamental de atuação do grupo – principalmente os festivais de música popular da época. A eclosão do movimento deu-se com as ruidosas apresentações, em arranjos eletrificados, da marcha “Alegria, alegria”, de Caetano, e da cantiga de capoeira “Domingo no parque”, de Gilberto Gil, no III Festival de MPB da TV Record, em 1967.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo, ao sexo e ao vestuário. A contracultura hippie foi assimilada, com a adoção da moda dos cabelos longos encaracolados e das roupas escandalosamente coloridas.
O movimento, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pelo governo militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. A cultura do País, porém, já estava marcada para sempre pela descoberta da modernidade e dos trópicos.

Semana da Arte Moderna

Introdução 

Resultado de imagem para semana da arte modernaA Semana de Arte Moderna ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, em 1922, tendo como objetivo mostrar as novas tendências artísticas que já vigoravam na Europa. Esta nova forma de expressão não foi compreendida pela elite paulista, que era influenciada pelas formas estéticas europeias mais conservadoras. O idealizador deste evento artístico e cultural foi o pintor Di Cavalcanti.

Arte Moderna 

Em um período repleto de agitações, os intelectuais brasileiros se viram em um momento em que precisavam abandonar os valores estéticos antigos, ainda muito apreciados em nosso país, para dar lugar a um novo estilo completamente contrário, e do qual, não se sabia ao certo o rumo a ser seguido. 

No Brasil, o descontentamento com o estilo anterior foi bem mais explorado no campo da literatura, com maior ênfase na poesia. Entre os escritores modernistas destacam-se: Oswald de Andrade, Guilherme de Almeida e Manuel Bandeira. Na pintura, destacou-se Anita Malfatti, que realizou a primeira exposição modernista brasileira em 1917. Suas obras, influenciadas pelo cubismo, expressionismo e futurismo, escandalizaram a sociedade da época. Monteiro Lobato não poupou críticas à pintora, contudo, este episódio serviu como incentivo para a realização da Semana de Arte Moderna. 

Como foi

A Semana, realizada entre 11 e 18 de fevereiro de 1922, foi a explosão de ideias inovadoras que aboliam por completo a perfeição estética tão apreciada no século XIX. Os artistas brasileiros buscavam uma identidade própria e a liberdade de expressão; com este propósito, experimentavam diferentes caminhos sem definir nenhum padrão. Isto culminou com a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que foram assistir a este novo movimento. Logo na abertura, Ronald de Carvalho, ao recitar o poema Os Sapos, escrito por Manuel Bandeira, foi desaprovado pela plateia através de muitas vaias e gritos. 

Embora tenha sido alvo de muitas críticas, a Semana de Arte Moderna só foi adquirir sua real importância ao inserir suas ideias ao longo do tempo. O movimento modernista continuou a expandir-se por divulgações através da Revista Antropofágica e da Revista Klaxon, e também pelos seguintes movimentos: Movimento Pau-Brasil, Grupo da Anta, Verde-Amarelismo e pelo Movimento Antropofágico. 

Todo novo movimento artístico é uma ruptura com os padrões utilizados pelo anterior, isto vale para todas as formas de expressões, sejam elas através da pintura, literatura, escultura, poesia, etc. Ocorre que nem sempre o novo é bem aceito, isto foi bastante evidente no caso do Modernismo, que, a princípio, chocou por fugir completamente da estética europeia tradicional que influenciava os artistas brasileiros.

Principais Artistas 
 Curiosidades sobre a Semana de Arte Moderna:

- Durante a leitura do poema "Os Sapos", de Manuel Bandeira (leitura feita por Ronald de Carvalho), o público presente no Teatro Municipal fez coro e atrapalhou a leitura, mostrando desta forma a desaprovação.

- No dia 17 de fevereiro, Villa-Lobos fez uma apresentação musical. Entrou no palco calçando num pé um sapato e em outro um chinelo. O público vaiou, pois considerou a atitude futurista e desrespeitosa. Depois, foi esclarecido que Villa-Lobos entrou desta forma, pois estava com um calo no pé.

Tropicalismo

Tropicalismo

História do Tropicalismo, origem, influências, movimento e características, principais artistas tropicalistas, tropicália


Capa do disco de Caetano Veloso de 1969: um dos marcos do Tropicalismo
Capa do disco de Caetano Veloso de 1969: um dos marcos do Tropicalismo

Origem do tropicalismo 

O tropicalismo foi um movimento musical, que também atingiu outras esferas culturais (artes plásticas cinema, poesia), surgido no Brasil no final da década de 1960. O marco inicial foi o Festival de Música Popular realizado em 1967 pela TV Record. 

Influências e inovações

O tropicalismo teve uma grande influência da cultura pop brasileira e internacional e de correntes de vanguarda como, por exemplo,o concretismo. O tropicalismo, também conhecido como Tropicália, foi inovador ao mesclar aspectos tradicionais da cultura nacional com inovações estéticas como, por exemplo, a pop art.

O tropicalismo inovou também em possibilitar um sincretismo entre vários estilos musicais como, por exemplo, rock, bossa nova, baiãosamba, bolero, entre outros.


As letras das músicas possuíam um tom poético, elaborando críticas sociais e abordando temas do cotidiano de uma forma inovadora e criativa.


Críticas recebidas 

O movimento tropicalista não possui como objetivo principal utilizar a música como “arma” de combate político à ditadura militar que vigorava no Brasil. Por este motivo, foi muito criticado por aqueles que defendiam as músicas de protesto. Os tropicalistas acreditavam que a inovação estética musical já era uma forma revolucionária.


Uma outra crítica que os tropicalistas receberam foi o uso de guitarras elétricas em suas músicas. Muitos músicos tradicionais e nacionalistas, acreditavam que esta era uma forte influência da cultura pop-rock americana e que prejudicava a música brasileira, denotando uma influência estrangeira não positiva.


Os principais representantes do tropicalismo foram:


- Caetano Veloso
- Gilberto Gil
- Os Mutantes
- Torquato Neto
- Tom Zé
- Jorge Bem
- Gal Gosta
- Maria Bethânia


Os discos tropicalistas que mais fizeram sucesso foram:


- TROPICÁLIA ou PANIS ET CIRCENCIS - 1968 – Mutantes
- CAETANO VELOSO - 1968
- LOUVAÇÃO - 1967 - Gilberto Gil
- A BANDA TROPICALISTA DO DUPRAT - 1968 - Rogério Duprat

Músicas tropicalistas que fizeram sucesso:

- Tropicália (Caetano Veloso, 1968)
- Alegria, Alegria (Caetano Veloso, 1968)
- Panis et circencis (Gilberto Gil e Caetano Veloso, 1968)
- Atrás do trio elétrico, (Caetano Veloso, 1969)
- Cadê Teresa (Jorge Ben, 1969)
- Aquele abraço (Gilberto Gil, 1969)