Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de Artes e Atualidades. É mantido por alunos de uma turma de 8º ano B do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista/2017. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.
sábado, 2 de dezembro de 2017
Surpresa
Um quadro pintado por Leonardo da Vinci, "Salvator Mundi", foi vendido por US$ 450,3 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhões), em Nova York. Este é o maior valor na história já pago por uma única obra de arte. A pintura era o último trabalho do artista italiano ainda mantido em coleções privadas. A venda aconteceu nesta quarta-feira (15).
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA.
''DEVEMOS RESPEITAR O PRÓXIMO
INDEPENDENTEMENTE DA COR DA PELE.''

''DEVEMOS RESPEITAR O PRÓXIMO
INDEPENDENTEMENTE DA COR DA PELE.''

O Dia da Consciência Negra é comemorado segunda-feira (20). No Recife, grupos de diferentes associações do estado se reuniram no Marco Zero, por volta das 15h, na 7 Marcha da Capoeira para Zumbi do Palmares.
O ato teve como objetivo aumentar o debate contra a discriminação da capoeira, expressão cultural brasileira que é a mistura de artes marciais e dança, e a importância dela para inclusão social. Durante o percurso, rodas de capoeira eram formadas com crianças, adolescentes e adultos. Um carro de som deu voz ao ato.
A mestra de capoeira Shirley Guerreira afirma que a arte é capaz de atingir diferentes públicos. "A gente vê a magia, atinge o amor de todos", ao se referir também à pequena Maria Eduarda, de 5 anos, que desde os 3 anos é treinada pela mestra e diz adorar o esporte.
A mestra de capoeira Shirley Guerreira afirma que a arte é capaz de atingir diferentes públicos. "A gente vê a magia, atinge o amor de todos", ao se referir também à pequena Maria Eduarda, de 5 anos, que desde os 3 anos é treinada pela mestra e diz adorar o esporte.
O grupo seguiu em direção a Avenida Dantas Barretos com previsão de encerramento na Praça Nossa Senhora do Carmo, no Centro do Recife.
Vários outros movimentos ocorreram também, para pedir igualdade entre as raças, pois nós somos seres humanos e devemos ser respeitados igualmente.
Trump novo hitler?
Por José Arbex Jr.
"Ordenei ao Departamento de Segurança a criação de um escritório encarregado de dar assistência às vítimas americanas (do terrorismo). O escritório terá o nome de Voice (sigla em inglês para Vítimas de Envolvimento em Crimes de Imigração). Estamos dando voz aos que foram ignorados pela nossa mídia ou silenciados por interesses particulares”, declarou o presidente Donald Trump, em sua primeira mensagem ao Congresso dos Estados Unidos, em 28 de fevereiro. A medida, à primeira vista, poderia ser interpretada como uma demonstração de preocupação para com vítimas inocentes. Mas, ao contrário, ela tem um endereço tão certo quanto terrível: isolar e criminalizar as comunidades estadunidenses formadas por hispânicos e islâmicos – segundo Trump, os principais responsáveis por atos terroristas no país e no mundo. Nesse sentido, ela se identifica com uma prática fundamental ao regime nazista durante o período em que a propaganda oficial alimentava o ódio aos judeus.
“Na Alemanha nazista havia um jornal chamado Der Stürmmer, que tinha uma seção intitulada Caixa Postal, para a qual os leitores eram convidados a enviar relatos de crimes supostamente cometidos por judeus. O Der Stürmmer publicava as cartas, que incluíam ilustrações gráficas terríveis dos crimes (...). Assim, a preocupação de focar as atenções num tipo de crime atribuído a um setor específico da sociedade, e depois descrever os membros dessa comunidade como depravados ou anormais é algo que já vimos no passado”, diz Andrea Pitzer, autora do recém-lançado livro One Long Night: A Global History of Concentration Camps.
Em junho de 2015, Trump qualificou os imigrantes hispânicos ilegais como estupradores, narcotraficantes e bandidos. Depois, ao assumir a Casa Branca, tentou fechar o país a imigrantes islâmicos. Finalmente, defendeu a prática da tortura c omo um meio válido para obter confissões, e aventou a possibilidade de instauração de campos de concentração para estrangeiros, invocando como precedente os presídios instalados nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra. Mas não é apenas no trato com estrangeiros não-brancos que Trump guarda profundas semelhanças com Adolf Hitler. A lista é perigosamente longa. Começa por sua interpretação muito particular do “excepcionalismo” estadunidense. Contrariando a retórica tradicional da Casa Branca, que descreve os EUA como um país integrado ao “mundo livre”, com a nobre missão de liderá-lo, Trump adota uma postura isolacionista e agressiva – como fez Hitler, porta-voz da “nação ariana”.
Copa do mundo 2018
A Fifa realizou nesta sexta-feira o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2018. A Rússia, que estava no pote 1 por ser a anfitriã do torneio, ficou no Grupo A ao lado de Arábia Saudita, Egito e Uruguai. O jogo de abertura entre russos e sauditas, no dia 14, será em Moscou. A seleção brasileira caiu no Grupo E e faz sua estreia no dia 17 de junho em Rostov contra a Suíça. Depois pega a Costa Rica no dia 22 de junho, em São Petersburgo, e fecha a primeira fase contra a Sérvia em Moscou, dia 27 de junho.
Cédulas de dinheiro carregam bactéria sem cura que 'come' carne humana? Não é verdade!
Uma funcionária de supermercado foi hospitalizada e terá apenas 21 dias de vida após ter contato com uma bactéria no dinheiro que não tem cura e que "come" carne humana? Não é verdade.
A mensagem diz que a jovem foi internada em um hospital municipal de São Luís, no Maranhão, com hematomas e manchas pelo corpo. A Secretaria Municipal de Saúde de São Luís diz, em nota, que a informação não procede e que nenhum paciente foi atendido na rede municipal de saúde de São Luís sob essas circunstâncias.
O texto viral afirma que a paciente, chamada Aline, é uma operadora de caixa de um supermercado de São Luís. O gerente da frente de loja do estabelecimento citado na mensagem, Luiz Fernando dos Santos, afirma que não existe nenhuma funcionária com o nome Aline. "Na minha escala não existe nenhuma pessoa com esse nome aqui e também não conheço a pessoa da foto. A gente puxou o histórico anterior e essa pessoa não existe", diz.
Nacionalismo
Nacionalismo é um conceito desenvolvido para a compreensão de um fenômeno típico do século XIX: a ascensão de um certo sentimento de pertencimento a uma cultura, a uma região, a uma língua e a um povo (ou, em alguns dos argumentos nacionalistas, a uma raça) específicos, tendo aparecido pela primeira vez na França comandada por Napoleão Bonaparte e nos Estados Unidos da América. Tal fenômeno passou a ser assimilado pelas forças políticas que haviam absorvido os ideais iluministas de rejeição do Antigo Regime absolutista e que procuravam a construção de um Estado nacional de viés democrático e constitucional, no qual seus membros fossem cidadãos, e não súditos do rei.
Nesse sentido, o sentimento nacional do século XIX alcançou a condição de ideologia política. Diferentemente dos Estados nacionais europeus que se formaram nos séculos XVI e XVII, os Estados Nacionais do século XIX identificavam sua soberania no contingente de cidadãos que compunham a nação, e não na figura do monarca. Por esse motivo, a tendência ao regime político republicano tornou-se comum nesse período.
Além dessas características, há também um elemento indispensável para o entendimento do nacionalismo: a formação do exército nacional por cidadãos comuns, e não por aristocratas e mercenários, como ocorria nos Estados absolutistas. O exército napoleônico foi o primeiro grande exército nacional composto por pessoas que lutavam pela “nação francesa” e identificavam-se como membros de um só “corpo nacional”, de uma só pátria.
Nacionalismo
Nacionalismo é um conceito desenvolvido para a compreensão de um fenômeno típico do século XIX: a ascensão de um certo sentimento de pertencimento a uma cultura, a uma região, a uma língua e a um povo (ou, em alguns dos argumentos nacionalistas, a uma raça) específicos, tendo aparecido pela primeira vez na França comandada por Napoleão Bonaparte e nos Estados Unidos da América. Tal fenômeno passou a ser assimilado pelas forças políticas que haviam absorvido os ideais iluministas de rejeição do Antigo Regime absolutista e que procuravam a construção de um Estado nacional de viés democrático e constitucional, no qual seus membros fossem cidadãos, e não súditos do rei.
Nesse sentido, o sentimento nacional do século XIX alcançou a condição de ideologia política. Diferentemente dos Estados nacionais europeus que se formaram nos séculos XVI e XVII, os Estados Nacionais do século XIX identificavam sua soberania no contingente de cidadãos que compunham a nação, e não na figura do monarca. Por esse motivo, a tendência ao regime político republicano tornou-se comum nesse período.
Além dessas características, há também um elemento indispensável para o entendimento do nacionalismo: a formação do exército nacional por cidadãos comuns, e não por aristocratas e mercenários, como ocorria nos Estados absolutistas. O exército napoleônicofoi o primeiro grande exército nacional composto por pessoas que lutavam pela “nação francesa” e identificavam-se como membros de um só “corpo nacional”, de uma só pátria.
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